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domingo, 14 de agosto de 2016

HOMENAGEM À PARNAIBA

PARNAIBA: 172 ANOS!
A convite do jornalista Rubem Freitas, de saudosa memória, cheguei para ficar em Parnaíba no dia 31 de outubro de 1971. Além dos parentes que aqui residiam, entre os quais  minha tia Noemi Cerveira, que tinha um bar atrás da AABB (hoje prédio da Caixa Econômica), meu primo Demétrio Leonardo Cerveira, funcionário aposentado da Estrada de Ferro( REFFESA), conhecia também outras pessoas como João Neves, funcionário da antiga Comissão e colega de trabalho da minha mãe. O João Neves era pai do craque de futebol Batistinha, do Sargento Antônio João (da Marinha do Brasil), do Valter,  do Véi ( esqueci seu nome próprio acho que é Francisco José), do João Neves Filho, da Maria Luiza e da Fátima e do Sebastião (falecido prematuramente vítima de afogamento na Barra do Longá).
A partir daquela data criei o amor e a estima por esta cidade e pelo seu povo cuja característica principal é a boa acolhida a todos aqueles oriundos de outras plagas que aqui chegam, como foi o meu caso.
Tornei-me cidadão parnaibano, não por força de título de cidadania, sim por opção própria, porque escolhi esta cidade para residir, constituir família... e assim foi feito. Aqui nasceram meus filhos.
Comecei no magistério como educador. Lecionando inglês que até então era uma disciplina não muito simpática para os alunos. Com a ajuda do Batista Leão,  do Mário Campos e do Rubem Freitas ingressei no Rádio ( Rádio Educadora de Parnaíba) e no Jornal (Jornal Folha do Litoral), mais tarde no Jornal Norte do Piauí do jornalista  Mário Meireles. Nunca abandonei esta cidade que tão bem me acolheu. Ausentei-me por alguns anos quando ingressei na carreira administrativa do Banco do Brasil, mas sempre nas minhas férias vinha para rever e abraçar os amigos que aqui residiam e ainda residem. Ao aposentar-me do BB voltei para residir definitivamente em Parnaíba,  e continuo exercendo minhas funções de professor, jornalista, e agora blogueiro. Fui  muito bem recebido pelo povo parnaibano e sou respeitado por todos.
Como gratidão a esta cidade e ao seu povo que tão bem me acolheram fiz uma paródia  para ser cantada na melodia da música "Luar do Sertão" do poeta maranhense Catulo da Paixão Cearense. E
Ei-la:     
 EXALTAÇÃO À PARNAIBA
Paródia de autoria do professor Antonio Gallas para ser cantada na melodia  da música Luar do Sertão de autoria de Catulo da Paixão Cearense
Refrão: Não há melhor lugar pra se morar que meu lugar
Não há melhor lugar pra se morar que meu lugar 
Minha cidade, minha bela Parnaíba
Oh minha terra querida, hoje eu quero te exaltar
Tuas ruas largas, belas praças e avenidas
Exaltam tua beleza, e também tua riqueza
Porto das Barcas, Beira Rio, Catedral
Praia da Pedra do Sal, um belo cartão postal
Es conhecida no Brasil de Norte a Sul
Tens um porte de nobreza, princesa do Igaraçu
 Refrão:
Não há lugar melhor pra se morar que o meu lugar
Não há lugar melhor pra se morar que o meu lugar
No céu azul, tão azul da cor de anil,
A tardinha o sol se põe, trazendo encantos mil
Quando a noitinha a lua no céu desponta
Oh meu Deus quanta beleza, que tamanho esplendor
Tu és orgulho de teus filhos, é o amor
És a bela Parnaíba, a nossa terra querida,
É pra você esta canção de amor
Que dedico com carinho, com orgulho e com fervor
Refrão: Não  há melhor lugar pra se morar que o meu lugar
 Não há melhor lugar pra se morar... que Parnaíba...
ANTÔNIO GALLAS