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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Mão Santa pleiteia compra da Casa Inglesa pelo Governo Federal para ser sede do Governo Municipal

Para o prefeito eleito de Parnaíba, Mão Santa, não foi um bom negócio a Prefeitura ter sido retirada do centro da cidade para o local onde funciona atualmente. "Acabaram com o Centro Social Urbano, construído numa área residencial, de pessoas carentes, deixando essas famílias sem o atendimento que tinham no passado", disse, em entrevista à imprensa.
Mão Santa disse ainda lamentar que o prédio onde funcionou o antigo"Centro Integrado de Saúde Dr. Mário Lages", na Praça da Graça. que pertencia ao município, ter sido doado para a Universidade Federal do Piauí - Campus Reis Velloso, para fazer um Laboratório Público de Análises Clínicas. Ele reconhece a importância do laboratório, mas não concorda que tenham doado um bem municipal. "Ali poderiam ser colocadas algumas secretarias e o próprio gabinete do prefeito", destacou.
Mão Santa disse também que recebeu a sinalização positiva do presidente Michel Temer, quando de sua última viagem a Brasília, no sentido do governo federal adquirir o Prédio da Casa Inglesa, na Av. presidente Vargas, onde funcionaria o Palácio do Governo Municipal. "Seria uma forma também de ajudarmos na preservação daquele patrimônio Histórico", destacou.
                                        UPA construída e abandonada
Mão Santa também demonstrou preocupação com relação à UPA - Unidade de Pronto atendimento (24 horas), já construída há meses no Bairro Piauí, mas sem funcionar por falta de equipamento.
Ele disse que a forma como a UPA foi concebida, para atender pacientes de 11 municípios do entorno de Parnaíba, não tem como funcionar, porque os prefeitos desses municípios não têm como ajudar, com uma contrapartida. "São certa de 500 mil habitantes para serem atendidos por Parnaíba. Por isso marcamos um encontro para os próximos dias com o Ministro da Saúde para reavaliarmos a forma de funcionamento da UPA", disse o prefeito eleito. Ele lembrou também que conheceu o funcionamento da UPA de Teresina, que é bem menor. "Tem uma 2ª UPA lá que o Firmino não quer, porque é também dessas grandes".
EM TEMPO: Colocar a UPA para funcionar dentro dos padrões iniciais, para atender 11 município, seria um incentivo à ambulânciocracia, porque os prefeitos vizinhos iriam gastar muito menos comprando apenas as ambulâncias para mandarem seus doentes para cá. E seria Parnaíba quem arcaria com todas as despesas.