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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Vereador Gustavo encerra de forma melancólica 2 anos na Presidência da Câmara

Depois de dois anos consecutivos como Presidente da Câmara Municipal de Parnaíba o vereador Gustavo Lima (PSB) vai encerrar, de forma melancólica, sua atuação como mandatário daquela Casa, com o agravante de que, também, não conseguiu se reeleger para o que seria seu 3º mandato.
Herdeiro político do pai, ex-vereador José Lima, que teve 7 mandatos de vereador, Gustavo Lima substituiu na presidência em 2015, a vereadora Neta Castelo Branco de Sousa, que vinha com 3 mandatos consecutivos de presidente. Ao assumir, Gustavo prometeu, dentre outras coisas, adquirir um elevar para o transporte de idosos e deficientes ao plenário das sessões, no 1º andar. Parte do dinheiro, inclusive, a ex- presidente Neta havia devolvido para a Prefeitura, que deveria agilizar a compra e doar à Câmara. Nada aconteceu.
Gustavo Lima havia prometido também realizar um concurso público que, segundo ele, não houve condições de realizar, em função da crise financeira; e ainda:a aquisição de um gerador que igualmente não ocorreu, “porque priorizamos o arquivo da Câmara Municipal”. O arquivo atual, era e continua sendo apenas um depósito de documentos jogados ao chão. Foi prometida a digitalização de todos os documentos, o que terminou também não acontecendo.
Gustavo Lima, inclusive, chegou a anunciar que havia conseguido salas no Dunnas Shopping, junto à prefeitura, para o funcionamento do Arquivo. Mas agora se sabe que a Prefeitura sequer pagou o aluguel das referidas salas, ficando tudo apenas nos planos.
A propósito da digitalização dos documentos, o vereador apresentou e o plenário aprovou projeto de lei de sua autoria tornando obrigatória, no âmbito do município, a digitalização, o armazenamento em meio eletrônico, óptico ou equivalente e a reprodução de documentos públicos, observando os preceitos da lei federal 12.682, de 9 de julho de 2012. 
“Todos sabemos da quantidade de documentos hoje existentes na Câmara Municipal, o que ao longo dos anos vem ocupando espaços e se deteriorando. Com a digitalização dos documentos, inclusive das prestações de contas mensais dos órgãos do Poder Executivo, além de não gerar acúmulo de pastas e papéis, porque serão guardados em meio eletromagnético, permitirá melhor manuseio e conservação dos documentos” disse o vereador, justificando sua proposta. 
Nada se sabe da concretização desse intento. Mas, ao que parece, tudo ficou só no papel.
Fonte:Jornal "Tribuna do Litoral"