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terça-feira, 21 de março de 2017

Novo governo?

Por:Arimateia Azevedo
Wellington Dias deu posse ontem a seis auxiliares novos: Mário Ângelo (Educação com Mediação Tecnológica), Marllos Sampaio (Cidadania para o Idoso), Luiz Gonzaga Paes Landim (Agronegócio e Cerrados), Leonardo Sobral (Combate à Pobreza Rural), Marcus Vinicius Costa (Modernização e Qualificação de Empreendimentos Públicos) e Avelar Ferreira (Programa de Tecnologia e Inovação). Mais três devem ser empossados em breve, nas áreas de piscicultura, infraestrutura aeroportuária e gestão recursos hídricos, além do presidente da Fundação Estatal Piauiense de Serviços Hospitalares (Fepiserh), criada de uma costela da Sesapi para gerir hospitais e que será entregue ao peemedebista Pablo Santos. 
O governo diz que é um time para ajudar o Piauí e que todos vão se esforçar para cumprir metas que resultem em mais qualidade de vida. O fato, no entanto, é que todas essas coordenadorias vão se ocupar de coisas que já eram feitas nas estruturas administrativas existentes, como o combate à pobreza rural, feita pelos Programas Viva Seminário e Progere II, gestão de recursos hídricos, que cabia à Secretaria de Meio Ambiente ou ainda agronegócios e cerrados, que era de responsabilidade da Secretaria de Desenvolvimento Rural. O governo sobrepõe funções e corre o risco de ver proliferar não as ações precípuas destes novos organismos, mas o obreirismo que tem marcado a atual gestão, onde todos os órgãos fazem obras as mais variadas, pulverizando esforços que ao fim e ao cabo rendem voto para o condutor da obra, mas pouco desenvolvimento para o Estado.