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domingo, 14 de maio de 2017

Piauí não inicia novas obras nem conclui as velhas

O Governador
A situação das finanças públicas do Piauí é crítica. Quanto a isso, não se trata de um problema exclusivo do Governo do Piauí. Todos os estados estão em crise. Alguns, já no caos, como o Rio de Janeiro, o Rio grande do Sul e Minas Gerais, três potencias econômicas do país.
O Piauí, pela voz de suas autoridades, vangloria-se de ter feito o ‘dever de casa’. Por isso, não vive a situação de penúria de outros Estados, que atrasam e parcelam o pagamento dos salários do funcionalismo, não pagam aos fornecedores e mandam para as calendas gregas as cobranças dos prestadores de serviço.
O Piauí vem tomando vultosos empréstimos nos últimos anos a pretexto de fazer investimentos em infraestrutura. Eles já passam de R$ 5 bilhões. Mas que investimentos foram efetivamente feitos no estado nesse período? As poucas obras apresentadas como estruturantes andaram pouco depois do seu início.
Investimentos
Que projeto novo foi iniciado no Piauí nesse período? Nenhum. Só se fala nos mesmos – rodoanel, duplicação, Transcerrados, etc. Até parece que o desinteresse pela conclusão dessas e de outras poucas obras serve de pretexto para o Estado fazer mais empréstimos, pois o governo não lança projetos novos nem toca os velhos.
O Piauí aparece, no entanto, como um dos estados que mais investiram - 10%. Mas onde estão esses investimentos? Onde foi parar todo esse dinheiro e mais as receitas que entraram no estado?
Certamente que no custeio da máquina, incluindo a folha de pessoal e o déficit da previdência estadual, que chega a R$ 1 bilhão por ano, sem se falar na criação de cargos para distribuição generosa entre aliados e adesistas. (Com informações de Zózimo Tavares)