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quarta-feira, 17 de maio de 2017

Quem são os deputados do Piauí que deram emendas para ONG das notas falsas

Com o pretexto de realizar a Feira de Economia Solidária em Teresina em maio de 2015, o secretário Gessilvado Isaías liberou verbas de emendas autorizadas pelos deputados Nerinho, Themístocles Filho, Wilson Brandão e Edson Ferreira.  A FCAMC também recebeu emendas de Mauro Tapety, João Madson, Belê e Mardem Menezes   LEIA AQUI
Esses são os parlamentares que tem os nomes no convênio firmado entre a SETRE e o Instituto da Infância e Adolescência (FCAMC), que segundo auditoria do Tribunal de Contas do Estado usou 26  notas falsas na prestação de contas de 2015, sem que o secretário Gessivaldo Isaías e sua equipe desconfiasse de nada.
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Os gastos com os eventos agora foram revelados que pelo TCE que foram exorbitantes e há fortes indícios de prejuízos aos cofres públicos.
Gessivaldo foi alertado pela Procuradoria Geral do Estado a cumprir uma série de exigências para seguir com tal convênio, mas ignorou o parecer e agora tem que se explicar para o chefe Wellington Dias e para o Tribunal de Contas do Estado.  Todas as provas constam nos achados pela auditoria.
Agora, o secretário do governo Wellington teve que se explicar após a auditoria do Tribunal de Contas do Estado encontrar 26 notas fiscais inidôneas, totalizando R$ 1.185.095,45.
Das 26 notas fiscais inidôneas, 13 são do ano de 2013 e outras três são de 2014. As outras os valores não estão batendo com o que foi informado pela Prefeitura de Timon-MA.
Outro fato inexplicável do governo Wellington Dias é: porque permitiu que uma Secretaria usasse recursos públicos através de uma ONG sem pessoal e sem estrutura para aplicar R$ 1.200.000 do bolso dos piauienses? O governador sabia desse amadorismo? 
O resultado foi que ONG usou notas de uma empresa de Timon, Cerqueira e Soares Ltda (Empreendimentos Cerqueira  / CNPJ: 15.023.384/0001-35) , que sem licitação teria feito o serviço que os deputados confiaram que a FCAMC  faria. Os valores supostamente pagos, já que não existem ainda notas fiscais verdadeiras, chegam aos absurdos difíceis de serem aceitos como R$ 80 mil com diárias de hospedagem de pessoal que a FCAMC não tem; R$ 120 mil com locação de equipamentos de som.
(Código do Poder)