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domingo, 9 de julho de 2017

O cenário eleitoral

Por:Arimateia Azevedo
Uma leitura cabível para a eleição de 2018: não existe candidato imbatível nem adversário fraco. O conselho tanto serve para a oposição, que se anima em buscar um nome que possa representá-la, quanto para o governo, cujo nome para a disputa, Wellington Dias (PT) tem até metade das intenções de voto em diversas sondagens feitas até aqui. Ocorre é que metade não é maioria, senão uma vantagem ampla que o tempo é capaz de erodir. Neste sentido, cabe lembrar ao governador e seus aliados que há pelo menos um terço dos eleitores que não votam no governo pelo simples fato de ele ser governo. Então, a oposição tem um espaço bastante confortável também para suas manobras no rumo de virar o governo e converte-se em governo. Neste cenário em que o governo tem metade ou pouco menos que isso das intenções de voto há um ano e três meses das eleições, há que se considerar que pelo menos um quarto dos eleitores não está nem com o governo nem com a oposição. São esses eleitores que mais contam e possivelmente os que mais observam os erros e acertos do governo e dos seus opositores. Assim sendo, uma boa medida para se olhar os cenários de 2018 é estar atento ao que pensam eleitores mais independentes – que estão em toda parte e costumam ser bastante certeiros em apontar tendências e rumos. Quem estiver desatento corre o risco só se dar conta do que aconteceu quando voltar do coma em que caiu atropelado pelos fatos.