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quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Apae de Parnaíba enfrenta dificuldades para manter as portas abertas

O plenário livre da Câmara Municipal de Parnaíba foi ocupada na noite desta quarta-feira (12), pela presidente da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Keila Maria Castro Brito. A ida da presidente a Casa foi requerida pelo vereador Carlson Pessoa (PPS), a fim de que a mesma fizesse uma explanação detalhada sobre a atual situação do órgão.

De acordo com Keila, a nova administração recebeu a Apae com inúmeros problemas estruturais, administrativos e financeiros, sendo que eles assumiram a instituição com um débito da gestão anterior de mais de 2 milhões de reais, correndo o risco de fechar as portas pelos órgãos regulamentadores. Por estar em débito com a Previdência, União, SPC e Serasa, a instituição está inapta a firmar convênios e não pode receber emendas parlamentares.
As dificuldades financeiras são tantas que o ônibus doado para o transporte dos assistidos, está parado porque eles não dispõem de recursos para contratar um motorista, nem tampouco para pagar um monitor pedagógico para acompanhar as crianças, requisito necessário no transporte especial. Carlson então a orientou a buscar junto a Prefeitura de Parnaíba, a concessão de um motorista para dirigir o ônibus.
“Eu, juntamente com meus colegas vereadores também podemos tentar conseguir esse profissional para a Apae. Não sei se vamos conseguir, mas tentaremos”, disse Carlson.
De acordo com Keila, a atual gestão da Prefeitura de Parnaíba aumentou o número de professores e ainda doa toda a merenda da Apae. Mesmo em meio a todos estes desafios, diariamente a Apae de Parnaíba atende cerca de 500 pessoas. O público é bem diverso, abrangendo desde crianças a idosos, com inúmeros tipos de necessidades. Lá também é realizado o Teste do Pezinho, que detecta precocemente qualquer anomalia no bebê.

Por Luzia Paula / Ascom