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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Plamta é reajustado em 8,5% e sindicato contesta aumento do desconto

Os servidores do Estado sofreram um aumento no desconto do Plano Médico de Assistência e Tratamento (Plamta) no contracheque deste mês no valor de 8,5%. O reajuste anual é dado após aprovação do Conselho Deliberativo do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Estado do Piauí (IASPI), mas os representantes do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos da Saúde (Sindespi) não gostou e acredita que foi “exorbitante”.
Segundo o sindicato, o Plamta teve um aumento excessivo e a categoria não percebe sequer uma melhoria no serviço oferecido. A diretora interina do Sindespi, Dorinha Vieira, destaca que, apesar do aumento nessa cobrança, os valores salariais não têm se adequado a essa realidade, fazendo com que pese mais ainda no bolso do servidor.
 
“O enquadramento do administrativo não é nada. Servidores que têm o salário base de R$ 1.226,00, que seria o ordenado mais os benefícios. Eles se aposentando hoje, perderiam vale, hora-extra e outros acréscimos, mas continuariam tendo o desconto do Iapep, Plamta e empréstimos; assim, teriam de sobreviver com cerca de R$ 500 por mês. Então, o Governo aumenta mais uma vez essa cobrança do Plamta, sendo que os salários não acompanham esse aumento e tão pouco há melhoria nos serviços. Vimos que clínicas já chegaram a suspender o atendimento por falta de repasses. Acaba que o Estado cobra, e cobra um preço cada vez mais alto, mas não traz melhorias para os beneficiários”, observa a diretora interina.
 
No acumulado dos últimos três anos, o plano sofreu o significativo e indigesto aumento de 35,67% a ser descontado nos contracheques dos servidores beneficiários titulares e dependentes diretos e indiretos do Plamta. O aumento foi de 13,57% em 2016 e de 13,6% em 2015.(Cidadeverde)