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sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Valdir Aragão deixa Secretaria de Saúde mas aceita nova missão na Administração Municipal

O médico Valdir Aragão falou hoje à imprensa sobre o seu deslocamento da secretaria municipal de saúde para a função de Secretário Imediato do Prefeito Mão Santa, cargo que já existia no organograma da prefeitura e até agora não preenchido.
Ele disse que a perda recente do irmão, Antônio de Pádua, falecido em Fortaleza esta semana, e o problemas de saúde de  irmã, também em Fortaleza, somados “às dificuldades e problemas que enfrentamos na secretaria de saúde, tudo isso nos abateu e tivemos uma crise de hipertensão. E eu que já fui safenado e operado de válvula cardíaca, fomos aconselhado por um colega médico a nos afastar. Solicitamos ao prefeito nossa exoneração e disse que continuaria ajudando a administração, até mesmo atendendo nos postos de saúde, desde que continuasse ajudando a cidade e o governo, mas o prefeito disse que tinha essa outra função e agora estou procurando me situar para continuar colaborando com a administração”, declarou Aragão.
O prefeito Mão Santa também foi ouvido pelo repórter Kairo Amaral e aproveitou para agradecer ao amigo Valdir pela contribuição, pela grande luta que teve para poder dar um rumo ao setor da saúde no município que, segundo o prefeito “estava uma esculhambação”.
“Além dos problemas de saúde, os problemas familiares também o abalaram, mas o Valdir é um homem de coragem e vamos juntos entregar a UPA ainda este ano”, disse Mão Santa. Ele destacou que foi o próprio Valdir quem escolheu um companheiro dele, de Rotary, Raimundo Moraes Bessa, para substituí-lo. “O Bessa nos ajudou a criar o Hospital Dirceu, que era municipal e, agora, aposentado, eu o havia  convidado para trabalhar conosco. E  ele agora já está se dedicando a esta nova função (de secretário de saúde). Quanto ao Valdir ele vai ter novas atribuições, é um homem inteligente e vai nos ajudar, vai nos representar em algumas ocasiões e também ser nosso conselheiro”, destacou Mão Santa, defendendo a necessidade do ex-secretário diminuir a carga de trabalho.