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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Wellington Dias manda nos seus deputados

Autoridade
Ontem, o ex-ministro João Henrique Sousa dizia que nenhum secretário de Estado, mesmo os detentores de mandato eletivo, dá qualquer passo político sem a plena autorização do governador.
Wellington Dias não tinha qualquer obrigação política de lutar por Temer, mas também não tinha nem tem qualquer motivo para votar contra ele nesse caso.
Voto envergonhado
O consolo do governador é que o presidente regional do PMDB, deputado federal Marcelo Castro, mesmo considerando a denúncia meramente política, não votou contra ela ontem.
Como na primeira denúncia, o deputado preferiu se abster. Seu voto ajudou o presidente, claro.
Mas não deixou de ser um voto envergonhado, que ele mesmo não se sentiu à vontade para assumir.
Sinuca
Quem também ficou numa sinuca de bico na votação de ontem na Câmara foi o senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP.
Ele havia prometido o voto do deputado Mainha ao presidente, como na primeira denúncia.
Com a ida de Fábio Abreu para Brasília, Mainha perdeu a cadeira de deputado. (Zózimo Tavares)