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domingo, 5 de novembro de 2017

PSDB pede para Luislinda ficar calada, se quiser permanecer no ministério

                                               Luislinda Valois recebeu um ultimato dos tucanos
Deu em O Tempo
O presidente Michel Temer empurrou para o PSDB a decisão de manter ou não a ministra Luislinda Valois no cargo depois de ela ter protocolado documento no qual diz que faz trabalho escravo por não receber R$ 61 mil, soma de sua remuneração como ministra e aposentadoria como desembargadora, e pedir para furar o teto constitucional.
A ministra foi avisada por seus interlocutores no partido que fica se não falar mais no assunto. Ela foi indicada para o cargo pelo senador Aécio Neves (MG), de quem é admiradora, e é próxima do ministro Antonio Imbassahy, também baiano.
SERVIDOR AMEAÇADO – A insatisfação da ministra Luislinda com o seu contracheque já era conhecida pelos seus funcionários. Ela ameaçou demitir o servidor que a avisou que teria o salário glosado em R$ 27 mil devido a regra do abate-teto.
Conforme revelou a Coluna do Estadão, por causa da lei a ministra só tem direito a receber por esse trabalho R$ 3.292 bruto.
“A Luislinda foi um dos únicos assuntos que unificaram o PSDB. A bancada gostaria que ela reconhecesse o grave equívoco pedindo desculpas”, resumiu o deputado Betinho Gomes (PSDB-PE), sobre o pedido da ministra para receber salário acima do teto.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Essa ministra, já apelidada de a “Escrava Isaura” conseguiu ser unanimidade nacional, por sua inabilidade, digamos assim. Depois desse recado do PSDB, se ela tivesse um mínimo de amor próprio, pediria demissão e trocaria de partidos. Bem, agora falta sabermos se todas as demais “autoridades” aposentadas também foram glosadas. O presidente Temer, por exemplo, recebe duas aposentadorias, além do salário de chefe do governo. Afinal, o povo quer saber… (C.N.)