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segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

DIRETOR DA CAIXA DESMENTE WELLINGTON

GUILHERME CORREIA FALOU EM EVENTO NO KARNAK QUE NÃO HÁ INTERFERÊNCIA POLÍTICA E EMPRÉSTIMO SEGUE RITO NORMAL; W.DIAS FOI COBRADO POR INADIMPLÊNCIA

Guilherme Correia representava o presidente da Caixa Gilberto Occhi durante o evento em que declarou não haver perseguição contra a gestão de Wellington (foto: Marcos Melo | PoliticaDinamica.com)Guilherme Correia representava o presidente da Caixa Gilberto Occhi durante o evento em que declarou não haver perseguição contra a gestão de Wellington (foto: Marcos Melo | PoliticaDinamica.com)
Na última sexta-feira (5), Guilherme Correia, diretor de habitação da Caixa Econômica Federal representava o presidente nacional da CEF em um evento de assinatura de convênios no Palácio de Karnak. Estavam presentes deputados, secretários, senadores e o próprio governador Wellington Dias, do PT. E foi categórico ao afirmar que o Governo Federal não interfere nos procedimentos administrativos relacionados a operações de crédito no âmbito do banco.
Na verdade o Governo do Estado tinham com a Caixa uma dívida que somada a de outros bancos somava mais de R$ 50 milhões; a Caixa não quis informar o valor exato, mas Guilherme garantiu que o trâmite do empréstimo de R$ 315 milhões segue rito normal (foto: Marcos Melo | politicaDinamica.com)Na verdade o Governo do Estado tinham com a Caixa uma dívida que somada a de outros bancos somava mais de R$ 50 milhões; a Caixa não quis informar o valor exato, mas Guilherme garantiu que o trâmite do empréstimo de R$ 315 milhões segue rito normal (foto: Marcos Melo | politicaDinamica.com)
As declarações de Guilherme desmentem a versão contada pelo governador Wellington Dias de que até o momento o Piauí não havia recebido o repasse do empréstimo por conta de decisão política do governo do presidente Michel Temer (MDB).

Veja o vídeo!
Na verdade, até a última sexta-feira (5), o governo de Wellington Dias estava devendo mais de R$ 50 milhões em repasses de empréstimos consignados já descontados da folha de pagamento do servidores estaduais. No meio desta dívida estavam, também, atrasos com a Caixa, Banco do Brasil e outras instituições financeiras particulares. Em nota, a Caixa admitiu, inclusive, que alguns servidores poderiam ter sido negativados ou cobrados por conta disso. (Marcos Melo)