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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

O Carnaval 2018 e suas proibições

Coronel Carlos Augusto: como evitar policial armado nas festas do carnaval (Foto: Wilson Nanaia / Portal AZ)Coronel Carlos Augusto: como evitar policial armado nas festas do carnaval 
Coisas proibidas
Está difícil brincar neste carnaval. Se ouvir o hit “Que tiro foi esse?” ou o folião cai ou corre. 
As antigas marchinhas deverão ser proibidas porque todas passaram a ter significado diferentes de suas letras originais. 
“Me dá um dinheiro aí”, pode significar assalto; ‘O teu Cabelo  Não Nega’,racismo;  “Bandeira Branca” pode ser entendido como tráfico; “vou beijar-te agora” é assédio e “a turma só me chama de palhaço,  bulling. 
E agora?
Assim, não dá!
Hilário, para não dizer trágico. Ditas autoridades policiais se reuniram para definir como se proibir a entrada de pessoas armadas em eventos durante o carnaval na capital. 
Entrada de pessoas, não. Entrada de policiais, sim, que dão carteiradas dizendo que estão a serviço, mas lá no meio da festa começam a melar o bico e provocar os inocentes.
Carteiradas 
Em qualquer casa de shows, policial civil e militar dá carteirada, mas bebem que só condenados. Usando arma, afrontando quem está ali só se divertindo. 
E quem é o dono ou organizador desses eventos que vai enfrenta-los? 
Encorajar
Essas autoridades precisam encorajar os coordenadores ou donos de casas noturnas para, vendo o tal policial melando o bico, telefonar imediatamente para o quartel militar ou para a delegacia civil.
Para evitar a merda que ele possa fazer com a arma na mão, como outros já fizeram em carnavais passados. (Portalaz)