


Servidores estaduais de Parnaíba têm relatado insatisfação com a atuação do Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Estado do Piauí (IASPI), principalmente em relação à dificuldade de acesso a procedimentos hospitalares e tratamentos de maior complexidade.

Uma das principais queixas é a ausência de atendimento em radioterapia na cidade, mesmo com a estrutura disponível no Hospital Marques Basto, que já realiza acompanhamento oncológico e sessões de quimioterapia para pacientes da região.
Segundo informações da direção do hospital, toda a documentação necessária para a habilitação do serviço de radioterapia junto ao IASPI já foi apresentada. No entanto, até o momento, o procedimento ainda não foi autorizado pelo plano de saúde dos servidores, o que impede o início dos atendimentos.
A situação gera preocupação entre os segurados, que dependem do plano e acabam sendo obrigados a se deslocar para Teresina em busca do tratamento, enfrentando desgaste físico, emocional e financeiro em um momento já delicado.
Para muitos pacientes oncológicos, a oferta de radioterapia em Parnaíba representaria mais dignidade, conforto e continuidade no tratamento, evitando viagens frequentes à capital. Diante disso, segurados cobram explicações e agilidade por parte do IASPI para que o serviço passe a ser efetivamente disponibilizado na cidade.

Uma fiscalização realizada na manhã desta quarta-feira (01) pelo promotor de Justiça Cristiano Farias Peixoto revelou um cenário preocupante no matadouro público de Parnaíba. Imagens registradas durante a vistoria apontam falhas graves de higiene, manejo inadequado dos animais e indícios de descumprimento das normas sanitárias.

Diante das irregularidades, o Ministério Público estabeleceu um prazo de 20 dias para que a empresa responsável pela gestão do espaço adote medidas imediatas. “Vamos conceder um prazo de 20 dias para que seja feito o básico, que é a limpeza e as condições mínimas de funcionamento”, afirmou o promotor.
Segundo ele, a situação representa risco à saúde da população e pode levar à interdição do local, caso não haja adequação dentro do prazo estabelecido. “A população não pode esperar. Depois desse prazo, vamos avaliar medidas mais duras, inclusive a interdição”, reforçou.
A estrutura do matadouro, construída com recursos públicos, também preocupa. Para o promotor, além do risco sanitário, há indícios de deterioração do patrimônio público.


A Prefeitura de Parnaíba informou que já acompanha a situação por meio das secretarias competentes e confirmou a existência de possíveis descumprimentos no contrato de concessão.
De acordo com o procurador do município, Eliaquim Nunes, relatórios técnicos estão sendo finalizados para embasar as medidas administrativas. “Já identificamos possíveis falhas no cumprimento do contrato e a empresa será notificada para adotar providências imediatas”, explicou.
Ainda segundo ele, a concessionária poderá sofrer sanções, que vão desde multa até a cassação da concessão. “Caso não haja adequação, a empresa pode sofrer penalidades administrativas, inclusive a perda da concessão”, destacou.


A Secretaria Municipal de Meio Ambiente também acompanha o caso e trata a situação como um problema de saúde pública. O secretário Gustavo Lima afirmou que um relatório técnico está em fase final de elaboração. “Dependendo do que for constatado, podem ser adotadas medidas como multa ou até interdição do abatedouro”, afirmou.


Diante do cenário, o Ministério Público orienta a população a redobrar a atenção quanto à procedência da carne consumida, priorizando estabelecimentos que possuam selo de inspeção sanitária.
A situação do matadouro público agora segue sob acompanhamento dos órgãos competentes. Caso as irregularidades não sejam corrigidas dentro do prazo estabelecido, medidas mais rigorosas poderão ser adotadas, incluindo a suspensão das atividades.









Câmeras de segurança de um estabelecimento comercial no KM-16, zona rural de Parnaíba, flagraram mais uma ação criminosa que reforça o clima de medo vivido por moradores da região. As imagens mostram o momento em que um homem armado invade o local e anuncia um assalto, agindo com extrema ousadia.
Durante a ação, o suspeito ameaça uma funcionária e duas clientes, exigindo pertences e instaurando pânico dentro do estabelecimento. O desespero toma conta do ambiente, especialmente quando uma criança, visivelmente assustada, sai correndo ao presenciar a cena.
O crime ocorreu no final da tarde desta terça-feira (31) e levanta questionamentos sobre a falta de segurança na área, onde casos semelhantes têm sido motivo de constantes denúncias por parte da população.
Após o assalto, o criminoso fugiu na garupa de uma motocicleta. Um detalhe que chama atenção é que o piloto utilizava uniforme de aplicativo de transporte, o que pode ter sido uma estratégia para despistar a polícia e dificultar a identificação dos envolvidos.
A Polícia Militar segue em diligências na tentativa de localizar e prender os suspeitos. Enquanto isso, moradores cobram respostas e ações mais efetivas para conter a criminalidade na região.
O governador Rafael Fonteles (PT) comentou, na manhã desta quarta-feira (1º), a pré-candidatura do médico Vinícius Dias (PT) a uma vaga na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). Durante entrevista, o chefe do Executivo estadual destacou as qualidades do pré-candidato, ressaltando sua trajetória profissional e pessoal.
Segundo Rafael, Vinícius é um nome competitivo no cenário político, mas frisou que a decisão final caberá à população. “Ele é um grande médico, um grande cidadão, eu o conheço bem, e acho que ele tem todo direito de colocar seu nome à disposição da população, que vai decidir. É um nome bastante competitivo e que pode fazer muito bem ao Piauí”, afirmou o governador.
A pré-candidatura de Vinícius Dias ganhou força após o anúncio de que o deputado estadual Oliveira Neto (PT) não disputará a reeleição. A informação foi confirmada pelo presidente do partido, Fábio Novo, nessa terça-feira (31/03).
Mães de pacientes do Hospital Infantil Lucídio Portela denunciaram que as cirurgias foram canceladas devido à falta de materiais hospitalares básicos. Em entrevista ao PITV, da TV Clube, Ana Moreira da Silva, mãe de uma criança que tinha uma cirurgia marcada devido à fraturas, afirmou que o filho chegou a ser internado mas não realizou o procedimento cirúrgico. Ana é moradora do município de Ribeiro Gonçalves, localizado a 522 km de Teresina.
“A cirurgia marcada para 13h, quando foi 9h eles cancelaram, não explicaram muito o motivo, disseram que foi por falta de material. Na alta disseram que foi por alta demanda, mas a gente sabe que não foi isso. Ai vou voltar pra casa”, disse.

Ana também relatou que o filho está com 22 fraturas no corpo e espera pela cirurgia há um ano.
“Eu to há um ano esperando essa cirurgia. Já passei aqui 15 dias internada esperando, fui pro centro cirúrgico duas vezes e foi cancelado. E novamente vim pra cá, to aqui desde domingo e foi novamente cancelado. Meu marido está sem trabalhar para poder me acompanhar, quando chega na hora simplesmente falam que não vão fazer e mandam voltar”, disse.
Há relatos de que itens como lençóis e roupas cirúrgicas estão sendo improvisadas com tecido TNT. Também há pacientes que afirmam que são utilizados materiais do Hospital Evangelina Rosa, e há camas e cadeiras quebradas no Hospital Lucídio Portela. Segundo o Sindicato Dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Estado do Piauí (Senatepi) afirmou que o problema não se restringe apenas ao Lucídio Portela.
“Nesse momento, o que acontece no Hospital Infantil não fica restrito a ele. Nós temos o caso do Hospital de Esperantina onde cirurgias foram canceladas por falta de materiais e por falta de EPIs. No Hospital Infantil, o sindicato orienta que esses trabalhadores não utilizem suas roupas pessoas para entrar no centro cirúrgico ou UTIs, devido ao risco de contaminação cruzada” disse Erick Riccely, presidente do Senatepi. (OitoMeia)

A criação de pontos de apoio para trabalhadores de aplicativos em Teresina começa a sair do papel após articulações entre representantes da categoria, entidades e o poder público. A proposta busca oferecer melhores condições para motoristas e entregadores que passam grande parte do dia nas ruas da capital.
A iniciativa é resultado da mobilização do Sindicato dos Trabalhadores em Aplicativos (SINTTAPP) e da Associação dos Entregadores do Piauí (AEDAAPE/PI), que vêm cobrando há anos espaços adequados para descanso e suporte básico durante a jornada de trabalho.
Mais do que estruturas físicas, os pontos de apoio devem funcionar como locais de acolhimento, com oferta de banheiros, água potável e áreas para pausa. A medida atende a uma demanda antiga da categoria, que enfrenta longas jornadas sob sol intenso, chuva e insegurança no trânsito.
O projeto conta com apoio do deputado federal Merlong Solano, que atuou na articulação para viabilizar a proposta junto ao Governo do Estado. A iniciativa também vem sendo discutida com representantes locais e gestores públicos.
Três pontos previstos
A previsão inicial é de implantação de três pontos de apoio em regiões estratégicas da cidade. Um deles deve funcionar na região do Centro, nas proximidades do Instituto de Identificação, sendo o mais avançado no momento e próximo da fase de licitação.
Outro espaço está previsto para a região da Parque Potycabana, próximo à ponte da Avenida Frei Serafim, onde o projeto já foi concluído e aguarda os próximos trâmites.
Já o terceiro ponto deve ser implantado nas proximidades da Universidade Federal do Piauí (UFPI), ainda em fase inicial de diálogo com a instituição.
Reconhecimento e desafios
A implantação dos espaços é vista como um avanço no reconhecimento da importância dos trabalhadores por aplicativo na dinâmica urbana e econômica da cidade. A categoria tem crescido nos últimos anos e se tornou essencial tanto para o transporte quanto para serviços de entrega.
Apesar do avanço, representantes destacam que o projeto ainda depende da conclusão de etapas burocráticas e da continuidade do diálogo entre as partes envolvidas para que os espaços sejam efetivamente entregues e utilizados.
A expectativa é de que os primeiros pontos comecem a ser implantados em breve, ampliando as condições de trabalho e oferecendo mais dignidade para quem atua diariamente nas ruas de Teresina.
Foto: Sindicato dos Trabalhadores em Aplicativos (SINTTAPP)
Fonte: Sindicato dos Trabalhadores em Aplicativos (SINTTAPP)
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Apesar da contestação do governo do Piauí, o Ministério Público do Piauí (MPPI) decidiu agir diante dos indícios de irregularidades na licitação milionária voltada à instalação de fachadas e painéis de comunicação visual. O contrato, que envolve a empresa Mega Comunicação e movimenta valores próximos de R$ 100 milhões, passou a ser alvo de questionamentos após a identificação de possíveis inconsistências no processo licitatório, como propostas com valores idênticos entre concorrentes e baixa competitividade.

Alexandre e Marcelo Nolêto
Diante do cenário, o MPPI determinou a suspensão imediata dos pagamentos relacionados ao contrato, reforçando a necessidade de apuração rigorosa antes da continuidade de qualquer repasse de recursos públicos. A medida amplia o embate entre os órgãos de controle e o governo estadual, que vinha defendendo a regularidade do certame, mas agora terá que lidar com a intervenção do Ministério Público, que aponta suspeitas que podem comprometer a legalidade da contratação. (Silas Freire)
Plamta: Plano da enganação
Rafael não precisa apenas fingir, mas agir com seriedade para garantir boa assistência aos servidores através do Plamta/IASPI. Os segurados se queixam que o plano não garante sequer internação na rede hospitalar. Te alui, Rafael. Isso tira votos. E derrota até quem se acha imbatível. (Portalaz)

Hospital Marques Basto (HMB)
CASO DE PARNAÍBA: AINDA SEM ATENDIMENTO EM RADIOTERAPIA
Parnaíba, por exemplo, conta com o tratamento do câncer já há algum tempo. O Hospital Marques Basto(HMB), devidamente credenciado e com modernos equipamentos para o melhor atendimento da população, presta um grande serviço quando poupa a população de ter que se deslocar a Teresina para o tratamento em oncologia. EM Parnaíba o paciente já tem o devido acompanhamento, fazendo inclusive quimioterapia. Mas ainda não pode fazer radioterapia porque o IASPI até agora não tomou as providências necessárias. De parte do HMB, segundo a direção do hospital, a documentação necessára está pronta, porém, sem o OK do IASP. Por quê? (Blog do B. Silva)
Porta de saída
Desde terça-feira, dez secretários de estado deixaram as pastas para concorrer nas eleições deste ano. Mas não ficaram ao léu. Deles, somente quatro não têm mandatos a renovar, enquanto seis são deputados estaduais que vão tentar a sorte no mercado das urnas.
Além disso, todos – ou quase todos – deixaram lugares-tenentes ocupando seus espaços no governo.
Quem sai
Não são mais ocupantes de cargos no secretariado de Rafael Fonteles os senhores Flávio Nogueira Junior (Infraestrutura), Zenaide Lustosa (Mulheres), Firmino Paulo (Irrigação), Jannaína Marques (Desenvolvimento Econômico), Carlos Augusto Sousa (Justiça), Fabio Abreu (Agronegócio), Nerinho (Defesa Civil), José Santana (Trabalho), Simone Pereira (Combate às Drogas), Mauro Eduardo Cardoso (Pessoa com Deficiência), Fabio Xavier (Agronegócio).
Todos são candidatos
Todos os ocupantes de cargos de secretário de Estado exonerados na terça-feira devem concorrer nas eleições deste ano, a maioria tentando manter mandatos de deputado estadual.
Três deles, Zé Santana, Zenaide Lustosa e Fábio Abreu devem ser candidatos a deputado federal.
Meu lugar
No lugar dos demitidos ficam seus lugares-tenentes, ou seja, pessoas da confiança deles – não de quem nomeia, o governador – para seguir tocando as secretarias de Estado que antes eram território administrativo e burocrático dos agora candidatos.
É possível que somente Zenaide Lustosa e Mauro Eduardo não tenham esse direito medieval de manter um indicado no feudo administrativo. (Com informações do Portalaz)
Em meio à pressão de produtores rurais, deputados estaduais aprovaram no Piauí a isenção da cobrança pelo uso da água de poços destinada às atividades agropecuárias. A medida é vista como uma tentativa do governo de Rafael Fonteles (PT) de aliviar o desgaste junto ao setor. Na prática, a isenção não será ampla. O benefício será concedido apenas a quem comprovar atividade agropecuária, mediante critérios legais e exigências como outorga e cadastro.

Com isso, a chamada “taxa do poço” continuará sendo cobrada de outros usuários que utilizam os recursos hídricos subterrâneos. A decisão cria um recorte claro: de um lado, produtores rurais que poderão ser beneficiados; do outro, usuários que seguirão arcando com a cobrança. A medida, portanto, não extingue a taxa, apenas restringe sua aplicação a quem não se enquadrar como agricultor. (Silas Freire)
PEIXE À ESCABECHE
FILÉ DE PEIXE GRELHADO
CAMARÃO ORIENTAL
LUÍS CARLOS ARAGÃO, O BARBA PRETA COMO ANFITRIÃO
CONTATO PARA PEDIDOS, RESERVAS E INFORMAÇÕES 86/99910 6555.
