Tatu é encontrado dentro de residência e resgatado em Parnaíba

Tatu
Tatu

Um tatu foi encontrado dentro de uma residência em Parnaíba, no litoral do Piauí, nesta terça-feira (6). O animal silvestre acabou entrando no imóvel e foi localizado pelos moradores, que acionaram ajuda para realizar a retirada com segurança.

Após ser encontrado dentro da casa, o tatu foi resgatado e retirado do local sem ferimentos. O procedimento foi realizado de forma cuidadosa para preservar a integridade do animal e evitar que ele sofresse qualquer tipo de lesão durante a captura.

O caso chamou atenção por se tratar de um animal silvestre encontrado em uma área residencial. Situações como essa podem ocorrer quando animais procuram abrigo, alimento ou acabam se deslocando para regiões ocupadas por pessoas.

O tatu foi retirado da residência sem ferimentos e recebeu os cuidados necessários para garantir sua integridade. Após o resgate, o animal foi solto em uma área de mata, onde pôde retornar ao seu habitat natural.

Tatu foi retirado da residência com segurança

O resgate foi realizado por uma equipe da 2ª Companhia Independente de Policiamento Ambiental (2ª CIPA), da Polícia Militar do Piauí, após o chamado ser feito pelo número 190.

Segundo a corporação, os policiais se deslocaram até o endereço informado e fizeram a retirada do tatu seguindo os procedimentos adequados para esse tipo de ocorrência. A prioridade foi garantir que o animal fosse retirado da residência sem colocar em risco sua integridade.

A orientação dos órgãos ambientais é para que a população não tente capturar, segurar ou manusear animais silvestres por conta própria. Em situações semelhantes, o recomendado é manter distância e acionar equipes especializadas para realizar o resgate.

O encontro do tatu dentro da residência reforça a importância de cuidados quando animais silvestres aparecem em áreas urbanas. Mesmo que pareçam inofensivos, eles podem se assustar com a presença humana e reagir de maneira imprevisível.

Fonte: PMPI

A força eleitoral da Planície Litorânea mudou?

Levantamento exclusivo da @dadospi compara o desempenho, entre 2022 e 2026, de três nomes com forte presença política na Planície Litorânea: Rubens Vieira, Dr. Hélio e Gracinha Mão Santa.
Os dados mostram movimentos distintos de capital político e capilaridade eleitoral na região. 
Dr. Hélio e Gracinha registraram redução no número de votos
Rubens Vieira ampliou sua votação de 19.316 para 27.204 votos (+40,88%), em um ciclo marcado por uma agenda de apoios municipais, incluindo o atual prefeito de Parnaíba Francisco Emanuel e outros gestores da região. Dr. Hélio registrou retração de 16,44%, enquanto Gracinha Mão Santa passou de 30.253 para 11.465 votos (-62,10%) e não conseguiu a reeleição.
Mais do que números, o comparativo permite observar ativação de bases, presença territorial e os dividendos eleitorais das articulações construídas ao longo do ciclo político. Município por município, o levantamento mostra onde cada candidatura ampliou, preservou ou perdeu espaço.
Sob uma perspectiva estratégica, a eleição também funciona como uma espécie de prestação de contas do capital político acumulado entre dois ciclos eleitorais. Apoios, articulações, entregas, presença política e pragmatismo na construção de alianças precisam, em algum momento, encontrar correspondência nas urnas.
O resultado de 2026, portanto, não encerra essa leitura. Ele desenha uma nova correlação de forças na Planície Litorânea e oferece elementos para compreender quem ampliou sua presença territorial, onde determinadas bases perderam força e quais municípios passam a assumir maior peso na agenda política dos próximos anos. (publicado no https://blogdobsilva.com.br/)
Por : @dadospi | Assessoria Estratégica em BSB

Número de mulheres eleitas para o Congresso bate recorde nas eleições de 2026

As eleições de 2026 ampliaram a presença feminina no Congresso Nacional, com recordes na quantidade de mulheres eleitas para a Câmara dos Deputados e o Senado Federal. Na Câmara, foram eleitas 109 mulheres, contra 90 em 2022, crescimento de cerca de 21%. O resultado ocorre mesmo com a redução no número de candidatas ao cargo, que passou de 3.317 em 2022 para 2.820 neste ano.

Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos DeputadosOk

No Senado, 12 mulheres foram eleitas entre as 54 vagas que estavam em disputa, o maior número desde a redemocratização. Em 2018, quando dois terços da Casa também foram renovados, oito mulheres haviam conquistado cadeiras. Com as novas eleitas, a quantidade de senadoras passará de 15 para 18, considerando os mandatos que já estavam em andamento e os resultados deste ano.

Apesar do crescimento, a representação feminina ainda permanece abaixo da metade do Congresso. Na Câmara, as mulheres representarão cerca de 21% das 513 cadeiras da próxima legislatura. No Senado, elas ocuparão aproximadamente 22,2% das 81 vagas. O Piauí permanece como o único estado brasileiro que nunca elegeu uma mulher para o Senado, enquanto o Distrito Federal passará a ter três senadoras.

A maior presença feminina também não significa, necessariamente, uma atuação parlamentar uniforme em defesa de pautas relacionadas às mulheres. Segundo a professora de Ciência Política da Universidade de Brasília Flávia Biroli, o aumento da participação feminina pode ampliar a diversidade de perspectivas dentro do Legislativo, já que as parlamentares possuem diferentes posições políticas e ideológicas. Entre as mulheres negras, a Câmara também registrou avanço: levantamento da organização Mulheres Negras Decidem identificou ao menos 15 eleitas, contra nove em 2022. No Senado, porém, nenhuma das 12 mulheres eleitas neste ano é negra.

Fonte: Agência Brasil

Rafael Fonteles pede desculpas a Ciro Nogueira após xingamentos em comemoração

O governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), pediu desculpas publicamente ao senador Ciro Nogueira (PP) nesta terça-feira (6), após a repercussão de declarações ofensivas feitas contra o parlamentar durante a comemoração da vitória nas eleições. O petista reconheceu que utilizou “palavras inadequadas” e afirmou ter exagerado nas declarações.

Foto: Colagem/AZRafael Fonteles pede desculpas a Ciro Nogueira

Rafael Fonteles pede desculpas a Ciro Nogueira

Em uma publicação nas redes sociais, Rafael afirmou que decidiu reconhecer o erro e estendeu o pedido de desculpas aos familiares de Ciro e ao povo piauiense.

“É sempre salutar reconhecer as nossas falhas. Em momento de comemoração da vitória das eleições, usei palavras inadequadas para me referir ao senador Ciro Nogueira. Portanto, peço sinceras desculpas ao senador, familiares e também ao povo do Piauí por esse erro”, escreveu o governador.

Rafael também afirmou que as divergências políticas não devem ser confundidas com relações pessoais e destacou a necessidade de aperfeiçoamento na vida pública.

“Adversários políticos não são inimigos. Sigamos sempre buscando nos aperfeiçoar enquanto ser humano, cidadão e homem público. Que Deus nos abençoe”, acrescentou.

Fala ocorreu durante comemoração

As declarações que motivaram a retratação ocorreram no domingo (4), durante a festa realizada após a confirmação da reeleição de Rafael Fonteles para o Governo do Piauí no primeiro turno.

Na ocasião, o governador direcionou críticas a Ciro Nogueira, que terminou a disputa pelo Senado em terceiro lugar e não conseguiu a reeleição. Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD) conquistaram as duas vagas em disputa.

Rafael também defendeu que Ciro apoie o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial. O senador, entretanto, declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) e anunciou que pretende trabalhar pela candidatura do ex-presidente Jair Bolsonaro no segundo turno.

A retratação de Rafael ocorre um dia após Ciro confirmar sua posição na disputa presidencial. O senador afirmou que pretende convocar uma reunião do Progressistas e da federação União Progressista para discutir formalmente o apoio a Flávio.

Rafael Fonteles foi reeleito governador do Piauí com 70,90% dos votos válidos, o maior percentual entre os governadores eleitos no primeiro turno em 2026.

Fonte: Portal AZ

Bastidores apontam pressão do Karnak e abandono de Ciro por cerca de 60 prefeitos

Informações de bastidores reunidas por esta coluna apontam que cerca de 60 prefeitos teriam abandonado o apoio ao senador Ciro Nogueira nas duas últimas semanas da campanha, sob pressão do Palácio de Karnak. A movimentação teria direcionado lideranças municipais para Marcelo Castro e Júlio César, candidatos governistas que conquistaram as duas vagas do Piauí no Senado. Segundo os relatos recebidos pela coluna, entre esses gestores estariam prefeitos de municípios beneficiados por obras e recursos viabilizados pelo gabinete de Ciro nos últimos quatro anos.

Na reta final, eles teriam mudado a orientação eleitoral de suas bases. Até as colinhas distribuídas por lideranças ligadas às prefeituras teriam sido alteradas, retirando Ciro e colocando os dois nomes apoiados pelo governo. Essas informações atribuem a articulação ao governador Rafael Fonteles e apontam uma possível explicação para o enfraquecimento de Ciro justamente onde ele esperava encontrar sua fortaleza eleitoral.

Nessa leitura dos bastidores, o peso político de Lula na campanha de Júlio César se somou à atuação do Karnak sobre as estruturas municipais. Se confirmado esse movimento, Ciro sofreu uma traição política dentro da base que ajudou a construir. Obras entregues e recursos destinados aos municípios não teriam segurado a fidelidade dos prefeitos diante da pressão governista. A dimensão dessa mudança e a alegada coordenação pelo Karnak ainda precisam ser demonstradas por registros e manifestações dos envolvidos. (Silas Freire)

PL prepara mobilização por todo o Piauí no segundo turno

O PL, partido de Flávio Bolsonaro, está se preparando para percorrer todo o Piauí no segundo turno presidencial. A mobilização reúne Tiago Junqueira, Emily, Frida e a turma da direita que sustentou a campanha bolsonarista no estado.

A intenção é colocar o grupo na estrada, fortalecer a campanha nos municípios e ampliar a votação de Flávio Bolsonaro. A expectativa é que outras lideranças se somem ao movimento nesta etapa, aumentando a presença da oposição a Lula no interior e na capital.(Silas Freire)

Filho de ministro do PT amarga derrota nas urnas

VERGONHA ALHEIA 
Foto reprodução via portalclubenews/arquivo

Vinicius Dias, filho do atual ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome no Brasil, Wellington Dias, não conseguiu se eleger ao cargo de deputado estadual no Piauí, obtendo um pouquinho mais de 34 mil votos, ficando apenas na 1ª suplência. Em razão disso, mostra o enfraquecimento do ministro na vida política no Piauí. 

Com mandato de senador, W. Dias deve bater de frente na eleição de 2030 com o governador Rafael Fonteles – que este – deve disputar a única vaga para o senado. 

A chance de Wellington Dias para ficar com um mandato, seria a disputa por vaga na Câmara Federal. Já que o Washington Bandeira assumiria o governo do estado na eventual saída de Rafael Fonteles para concorrer vaga no senado federal, assim, Bandeira seria candidato à reeleição, sem vaga para Wellington Dias em qualquer candidatura majoritária pelo lado da situação. A salvação dele é o Lula vencer no 2º turno, o que é muito difícil! 

Piauí continua mais lulista, mas direita cresce e pode ganhar reforço no segundo turno

Lula venceu no Piauí com 70,99% dos votos válidos, mantendo o estado como seu maior reduto percentual no Brasil. Mas houve recuo: em 2022, recebeu 74,25%. No sentido contrário, Flávio Bolsonaro alcançou 24,09%, acima dos 19,90% obtidos pelo pai no primeiro turno de quatro anos atrás. O domínio lulista permanece amplo, mas a direita avançou 4,19 pontos percentuais. Agora, a expectativa política é que esse crescimento receba o reforço do grupo de oposição estadual, com Joel Rodrigues e Ciro Nogueira entrando na campanha de Flávio.

Nacionalmente, a cúpula de União Brasil e Progressistas já sinaliza apoio ao candidato do PL no segundo turno, movimento que pode dar estrutura e articulação ao palanque bolsonarista no Piauí. Se essa adesão se concretizar, a direita poderá reunir a militância que já foi às ruas com as lideranças e bases municipais da oposição.

Uma participação ativa de Ciro na articulação nacional, acompanhada do empenho de Joel no estado, pode engrossar as fileiras de Flávio e ampliar o voto contrário a Lula. Na avaliação da coluna, esse é o desafio da oposição: transformar aproximação partidária em campanha efetiva. O Piauí continua sendo a fortaleza de Lula, mas o segundo turno oferece à direita a oportunidade de avançar mais dentro desse território.(Silas Freire)

Sem Ciro no Senado e com bancada menor, oposição do Piauí terá de reconstruir seu caminho

A oposição do Piauí terá de reorganizar sua atuação depois de perder a cadeira de Ciro Nogueira (PP) no Senado e a vaga de deputado federal ocupada por Átila Lira Filho (PP). Embora tenha recuperado três posições na Assembleia Legislativa, o grupo saiu da eleição com representação reduzida em Brasília e diante de uma base governista que conquistou o governo, as duas vagas de senador, nove cadeiras federais e 27 estaduais. A disputa presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro determinará parte das condições dessa reconstrução.

Ciro Nogueira no PodCosta - Foto: Mikeias di Mattos/Lupa1Ciro Nogueira no PodCosta – Foto: Mikeias di Mattos/Lupa1

As perdas atingem a capacidade de articulação da oposição. Um mandato no Senado oferece estrutura, participação nas decisões nacionais e interlocução institucional. Ciro continuará sendo uma liderança política, mas precisará exercer essa influência sem a cadeira que ocupava. A redução da bancada federal também diminui os espaços disponíveis para representar o grupo no Congresso e sustentar relações com suas bases municipais.

As três cadeiras na Assembleia preservam uma frente de atuação, mas não oferecem força numérica para enfrentar o governo por votação. Nesse cenário, a relevância dos deputados dependerá da qualidade da fiscalização, da escolha das pautas e da capacidade de apresentar alternativas. O tamanho da bancada impõe uma atuação coordenada, especialmente diante de uma maioria governista tão ampla.

Assembleia Legislativa do Piauí - Foto: AlepiAssembleia Legislativa do Piauí – Foto: Alepi

O primeiro desafio será avaliar por que a oposição não conseguiu transformar suas críticas em apoio suficiente para ampliar a representação. A derrota exige examinar a organização nos municípios, a escolha das candidaturas, a comunicação e a capacidade de apresentar um projeto estadual. Atribuir o resultado apenas à força do governo pode impedir que o grupo identifique suas próprias limitações.

Também será necessário definir como Ciro participará dessa reorganização. Sua experiência e suas relações políticas permanecem relevantes, mas a continuidade de sua liderança precisará conviver com a abertura de espaço para outros nomes. A oposição terá dificuldade para crescer se depender exclusivamente das mesmas figuras, assim como perderá capacidade de articulação se desprezar as estruturas que ainda conserva.

Uma vitória de Flávio Bolsonaro abriria uma possibilidade de recuperação por meio da aproximação com o governo federal. Lideranças oposicionistas poderiam buscar participação na administração nacional e interlocução sobre investimentos e demandas do Piauí. Esse acesso daria ao grupo condições de manter presença política mesmo com poucos mandatos locais.(Por: Mikeias di Mattos)

“Desinteresse”, diz Lula sobre 33 milhões de eleitores que não votaram no primeiro turno

Durante a reunião, Lula avaliou que a campanha precisa identificar os próprios erros cometidos no primeiro turno e recuperar o interesse dos eleitores que não participaram da votação. O petista terá 20 dias entre as duas etapas da eleição para buscar ampliar a votação recebida no domingo (4).

Foto: Ricardo Stuckert/PRLuis Inácio Lula da Silva

Luis Inácio Lula da Silva

“No mundo inteiro as eleições são polarizadas, o que nós temos é que tentar convencer por que 30 milhões de seres humanos não foram votar. Possivelmente tem uma causa, desinteresse, e a responsabilidade é nossa, é devolver o interesse para ele de participar do processo eleitoral”, afirmou.

Lula também defendeu que a campanha concentre esforços na própria estratégia em vez de atribuir o resultado a fatores externos. “É simples assim, é simples, a gente não tem que ficar procurando defeitos que os outros cometeram que podem ter nos prejudicado, não, nós temos que procurar o que nós não fizemos corretamente, que a gente agora tem que fazer, e em 20 dias tem que fazer mais rápido e mais bem feito. Esse é o desafio”, declarou.

Mais de 33 milhões não foram às urnas

Apesar de Lula ter citado cerca de 30 milhões de ausentes durante a reunião, os dados da Justiça Eleitoral apontam que 33,4 milhões de eleitores não compareceram às urnas no primeiro turno, o equivalente a 21,08% do eleitorado. O Brasil tinha cerca de 158,7 milhões de pessoas aptas a votar nas eleições deste ano.

Na votação para presidente, também foram contabilizados 2.300.781 votos em branco, equivalentes a 1,84%, e 3.674.149 votos nulos, ou 2,93%. Os dados constam na totalização divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno na primeira colocação, com 56.104.268 votos, ou 47,03% dos votos válidos. Lula recebeu 53.876.617 votos, correspondentes a 45,16%. A diferença entre os dois candidatos foi de 2.227.651 votos.

Como nenhum dos candidatos alcançou mais da metade dos votos válidos, Flávio e Lula disputarão o segundo turno da eleição presidencial em 25 de outubro.(Gp1)

Governador quer ampliar a votação de Lula e chagar a 80% dos votos válidos no Piauí

Lula reuniu governadores e parlamentar do PT para tratar do 2⁰ turno
Lula reuniu governadores e parlamentar do PT para tratar do 2⁰ turno

No primeiro dia após a eleição estadual, o governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles, esteve nesta segunda-feira (5), em Brasília, para uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e lideranças políticas aliadas. O encontro teve como objetivo avaliar o resultado do primeiro turno e alinhar estratégias para a disputa presidencial no segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Rafael Fonteles foi reeleito governador do Piauí no primeiro turno, com 70,90% dos votos válidos, o maior percentual entre os candidatos a governador eleitos na primeira etapa das eleições de 2026. Ele destacou que a prioridade agora é ampliar a votação de Lula no Piauí. A meta, segundo Rafael, é alcançar 80% dos votos válidos para o presidente no estado.

“Tivemos uma boa reunião em Brasília com nosso presidente, tratando das estratégias para a vitória no segundo turno. A meta é garantir 80% dos votos válidos para Lula no Piauí, dando a nossa contribuição para essa grande vitória, que é muito importante para o Brasil, especialmente para o Nordeste e para o Piauí”, afirmou Rafael Fonteles.

Pelo Piauí, participaram também o vice-governador eleito Washington Bandeira, o senador reeleito Marcelo Castro, o senador eleito Júlio César e o ministro Wellington Dias.

No primeiro turno, Lula obteve 70,99% dos votos válidos no Piauí, o maior percentual entre os estados brasileiros. O resultado é apontado como uma das bases para a estratégia de ampliar a mobilização no estado durante o segundo turno.

Fonte: Assessoria do governador

Marqueteiros e políticos do PT já não se entendem desde a derrota de Lula para Flávio

Presidente Lula ao lado de Sidônio Palmeira, espécie de ministro da propaganda go seu governo – Foto: assessoria.

Foi de ressaca a segunda-feira (5) pós-eleição no QG da campanha de Lula, com resultado nas urnas bem diferente do esperado. O petista convocou duas reuniões no Palácio da Alvorada, uma no início da tarde, com o chamado “núcleo duro” da campanha, e outra geral, por volta das 17h, com políticos eleitos e não eleitos. A coluna ouviu de partícipes das reuniões que Lula ainda “está no salto” e são pelo menos dois grupos que trocam acusações e o fardo da culpa: o da comunicação e o político.

Falta feijão

O nome do núcleo político é Edinho Silva, presidente do PT, chamado de “fraco” e pouco ouvido por Lula durante a campanha.

Gregos e troianos

A parte da comunicação, ligada ao marqueteiro Sidônio Palmeira, não fala a mesma língua da turma que auxilia Lula nas decisões políticas.

Dormiu no ponto

As críticas estão no timing do anúncio de benesses, como bolsa família, veto às bets, e o modelo de comunicação por podcast, sem entrevistas.

Teimosia cara

Nos dois lados há críticas a Lula, que insistiu em discurso sobre “legado” e de pouco apelo, tipo soberania e terras raras, e a militância de Janja.(Cláudio Humberto)

Após perder égua em acidente, carroceiro recebe oportunidade de recomeço em Parnaíba

Uma égua morreu após ficar gravemente ferida em um acidente envolvendo uma carroça e uma motocicleta na manhã desta segunda-feira (5), na Rua Caramuru, no bairro São Francisco, em Parnaíba. O animal, chamado Baiana, acompanhava o carroceiro José Messias havia 35 anos.

Segundo as informações sobre o acidente, Messias estava parado para recolher algumas madeiras que estavam em uma calçada quando um motociclista atingiu a traseira da carroça.

Com o impacto, o motociclista sofreu escoriações e foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (HEDA). Messias não ficou ferido.

A égua sofreu uma perfuração grave no abdômen depois que uma das madeiras atingiu o animal e ficou presa ao corpo. Devido à gravidade dos ferimentos e ao sofrimento provocado, foi necessário realizar a eutanásia.

Ainda no local, Messias contou que enfrenta preconceito e humilhações por trabalhar como carroceiro e disse que, se tivesse uma oportunidade, gostaria de mudar de profissão.

Carroceiro recebe nova oportunidade

Após o caso, o prefeito de Parnaíba, Francisco Emanuel, pediu que a presidente da Empresa Parnaibana de Serviços (EMPA), Deise Mattei, visitasse Messias. O encontro aconteceu nesta segunda-feira (5).

Durante a visita, Deise afirmou que o município pretende oferecer o apoio necessário para que o carroceiro possa recomeçar a vida com dignidade.

Como parte desse apoio, Messias recebeu um convite para trabalhar como servidor público municipal, abrindo a possibilidade de uma mudança de atividade profissional.

A morte de Baiana e a história de Messias chamaram a atenção para as dificuldades enfrentadas por trabalhadores que dependem da atividade de carroceiro para garantir o sustento.

Após o procedimento de eutanásia, o corpo da égua foi retirado do local com auxílio de um trator e de um caminhão-caçamba e encaminhado para destinação adequada.(Gaby Gabour)

Tronco de árvore racha e os galhos atingem prédio em Parnaíba

Um veículo também foi atingido com a queda de uma parte do pé de oiti 

Tronco de uma árvore da praça Antonio Dumont, próximo a Santa Casa no centro da cidade, atingiu em cheio parte da fachada de um sobrado tipo residência/comércio, nesta tarde de segunda-feira (5). A fiação elétrica também foi atingida. 
(Fonte:Portal do Catita)

Os tombados: Quem tem menos votos assume o mandato e passa por cima de quem tem mais

Menos votos 1

Átila Lira não se elegeu deputado federal, apesar de ter tido mais votos que o último a entrar na lista dos dez integrantes da bancada do Piauí na Câmara.

O representante do PP teve 85.351 votos, 2.808 a mais que Wilson Martins, do PSD, eleito com 82.543 votos.

Foto: ReproduçãoÁtila Lira

Átila Lira

Quase três vezes mais

O ex-governador foi eleito na esteira da redação recorde do deputado estadual Georgiano Neto, que teve 234.254 votos, ou seja, quase três vezes mais que a votação do segundo colocado em sua chapa.

Menos votos 2

Entre os deputados estaduais, quatro dos eleitos tiveram menos votos que Vinicius Dias, do PT, que, com 34.200 votos, ficou como primeiro suplente.

Foto: ReproduçãoVinicius Dias

Vinicius Dias

Graças à proporcionalidade, foram eleitos com menos voto que o filho de Wellington Dias os deputados estaduais Simone Pereira, do PSD (33.914), Dr. Hélio, do MDB (33.391), Marden Menezes, do PSD (32.135), Zé Fernando, do PP (30.578) e Júnior Percy, do PP (29.628).

De fora

Átila Lira terminou primeiro suplente no PP e os petistas Merlong Solano e Florentino Neto também amargaram primeira e segunda suplências em seus partidos.

Foto: Reprodução/FacebookMerlong Solano

Merlong Solano

Quais as chances de eles assumirem uma vaga? Pouca, ainda mais que Rafael prefere nomear deputados estaduais para o secretariado.

Faz favor

Ciro Nogueira é um líder nacional derrotado, mas derrota maior que a dele parece ser a de Wellington Dias, ministro de Lula, destronado do posto de morubixaba-mor do PT piauiense e que terá de contar com a boa vontade do seu ex-pupilo Rafael Fonteles para ver o filho Vinícius Dias na Assembleia.

Foto: ReproduçãoWellington Dias

Wellington Dias

O filho do ministro petista amargou uma primeira suplência de deputado estadual.

(Fonte:Portalaz)

 

Rafael chama Ciro Nogueira de FDP e de corrupto: “Eu não tenho nenhum medo de você não apoiar o Lula. Você não tem voto, seu vagabundo!”

O discurso

“Você não tem voto, seu moleque! Vá pra puta que pariu, seu vagabundo.”

A frase é de um discurso inflamado pronunciado por Rafael Fonteles, agradecendo os mais de 70% dos votos válidos na eleição de domingo, sendo reeleito governador do Piauí.

Foto: ReproduçãoAqui, no “palanque da vitória”, o destempero do governador do Piauí.

Aqui, no “palanque da vitória”, o destempero do governador do Piauí.

Sem urbanidade

Seu gesto agressivo em cima de um palanque em nada lembra a urbanidade e os bons modos que se espera de um vencedor. Mas não foi exatamente o que fez Rafael Fonteles (PT) diante de uma plateia escassa no discurso de aceitação da vitória.

Vergonha

O homem a quem ele se referia na fala cheia de palavrões e raiva é o senador Ciro Nogueira, do PP, derrotado na tentativa de ser reeleito para um terceiro mandato.

Foto: DivulgaçãoCiro Nogueira

Ciro Nogueira até agora não se posicionou sobre a fala do governador

Na fala, Rafael Fonteles lembra a derrota do senador e diz que o povo do Piauí tem vergonha dele, Ciro Nogueira, a quem chamou de “o senador mais corrupto do Brasil”. (Portalaz)